A raiva é uma doença causada por um vírus – o
Rhabdovirus – transmitido ao ser humano através de mordida,
arranhão ou lambida de um animal contaminado, penetrando através da pele ou
mucosas. Dentre os animais que participam do ciclo da doença, no meio urbano,
estão os cães e gatos. Já no meio rural, destaque para os morcegos hematófagos ,
raposas, macacos e saguis.
A raiva é praticamente fatal para o ser humano, caso o vírus
atinja o sistema nervoso – até o momento, apenas 3 casos, incluindo um
adolescente pernambucano, se curaram da doença. Assim, quando uma pessoa for agredida por algum animal – o ataque por
cães é o mais comum – alguns procedimentos são preconizados e devem ser
executados;
* Lavar imediatamente o ferimento com água e sabão;
* Procurar, imediatamente, o serviço de saúde;
* Nunca matar o animal;
* Deixar o animal agressor em observação por 10 dias, para que se possa verificar algum sintoma da doença;
* Alimentar o animal agressor normalmente, mantendo-o em local seguro;
* Caso o animal apresente alguma mudança de comportamento, ou morra, procure o serviço de saúde imediatamente;
* Jamais interromper o tratamento sem prescrição médica.
* Lavar imediatamente o ferimento com água e sabão;
* Procurar, imediatamente, o serviço de saúde;
* Nunca matar o animal;
* Deixar o animal agressor em observação por 10 dias, para que se possa verificar algum sintoma da doença;
* Alimentar o animal agressor normalmente, mantendo-o em local seguro;
* Caso o animal apresente alguma mudança de comportamento, ou morra, procure o serviço de saúde imediatamente;
* Jamais interromper o tratamento sem prescrição médica.
A recomendação básica – e que deve ser seguida à risca – para
quem tem cão ou gato em casa, é a vacinação periódica do animal. Além disso,
sempre que o animal agredir alguma pessoa, deve ser mantido em observação, não
deixando-o solto na rua.
Trajeto do vírus no corpo humano:
1. Vírus atinge os tecidos da pessoa através da mordida, arranhão ou lambida de
animal doente.
2. Multiplicação viral, no local da mordida ou na musculatura esquelética.
3. Vírus atingem nervos periféricos e, pela medula espinhal, atingem o encéfalo.
4. O vírus pode atingir outros órgãos como, por exemplo, glândulas salivares.
5. Ocorrência da encefalite, com quadros de agitação intensa e calmaria, dificuldade para engolir (inclusive água – daí a denominação de hidrofobia para a doença) e, finalmente, sérios danos ao sistema nervoso central, culminando com a morte do paciente.
2. Multiplicação viral, no local da mordida ou na musculatura esquelética.
3. Vírus atingem nervos periféricos e, pela medula espinhal, atingem o encéfalo.
4. O vírus pode atingir outros órgãos como, por exemplo, glândulas salivares.
5. Ocorrência da encefalite, com quadros de agitação intensa e calmaria, dificuldade para engolir (inclusive água – daí a denominação de hidrofobia para a doença) e, finalmente, sérios danos ao sistema nervoso central, culminando com a morte do paciente.
Ocorrência no mundo
O único continente livre da doença é a Oceania. Atualmente
encontra-se erradicada no Japão, Reino Unido, Havaí e em algumas ilhas do
Pacífico. Nos Estados e Canadá, está presente em animais silvestres e, na
Europa, a raposa é a principal fonte de contaminação. Nas demais regiões
(América Latina, Caribe, África e Ásia), o cão é o principal transmissor.
São deveres do governo (você sabia?):
* Promover campanhas de vacinação de cães e gatos, pelo menos,
1 vez por ano; * Capturar cães errantes;
* Manter profissionais treinados nas comunidades para orientação da população;
* Encaminhar, aos laboratórios, materiais coletados para análise;
* Manter os laboratórios em condições técnicas para exames de rotina;
* Controle das populações de morcegos hematófagos;
* Controle dos focos da doença, com medidas de vigilância epidemiológica.
* Manter profissionais treinados nas comunidades para orientação da população;
* Encaminhar, aos laboratórios, materiais coletados para análise;
* Manter os laboratórios em condições técnicas para exames de rotina;
* Controle das populações de morcegos hematófagos;
* Controle dos focos da doença, com medidas de vigilância epidemiológica.
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